segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012

 
tomara que o mundo acabe: é a parte que nos cabe deste latifúndio. isso aqui precisa renascer. morrer de fora para dentro. nascer de dentro para fora. e brotar devagar, feito um traço de relva que aponta após o fogo. e nas cinzas brincar de brilhar seu orvalho. e é como tem de ser: ali verter todo sangue. e aliviar toda alma. e deixar que o vento espalhe as sementes em seu manto de cor... de colo e de calma.

(mário liz)          

1 comentários:

Bruna disse...

Mario! Adorei o poema! Que seu 2012 seja repleto de realizações! beijo!

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário, Poeta, 'Músico e Humorista' de ocasião.