
Fôlego
(Mário Liz)
Todo ar cênico acena em mim.
Arsênico à minha tristeza.
Obscena minha dor.
Todas margaridas arrancadas no jardim.
Toda necrose do passado.
Tudo é vivo e cintilado assim.
E tudo é reduzido em nós.
Que quando desatados somos Um.
E quando sóbrios somos ninguém.
Um comentário:
"Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém afim de te acompanhar..."
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