segunda-feira, 28 de setembro de 2009




Viviane Pires foi a personificação do Rosa ... qualquer amigo ou conhecido próximo também o diria sem dificuldade alguma. Ela se foi na última sexta (25/09/2009), prematuramente, e deixou um legado de grandes amigos e uma alegria massiva e contagiante. O poema é triste - e não haveria como não ser. Por mais que Ela (a Rosa, a Vivi, a Paquitona) tenha sido alegre ... meu coração não é nobre o bastante para descrevê-la. Então descrevo aqui o meu sentimento (que é de uma tristeza profunda).








Quem sabe alguém a descreva ... com a poesia e o exagero-bom que ela merece. Fica aqui o desafio e o meu poema ...



"uma tarde tão bela, sol desgarrado, céu sem nuvem.
mas Ela se foi, Noiva, mal tinha passado pelo Capítulo Um.
aí a boca pergunta à alma. – de que valeu tanto sol? –
se a tristeza veio sem morfina e sem calma...
em sinfonia bemol.
e agora, no rol de cores, haverá uma
(ou mais uma em meio a tantas) tingidas pelo certo da vida.
é o Rosa, que, nessa tarde tão linda,
nunca esteve tão cinza."






Mário Liz








4 comentários:

Amanda disse...

Simplesmente lindo....emocionante....Ela merece....

Leandro disse...

Parabéns. Emocionante.
Saudades...

Elisa DI mINAS disse...

profundidade...vc a tornou imortal, grande e belo amigo!

Cristine Bartchewsky disse...

toda delicadeza de um poema em flor.

Quem sou eu

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário e Planejamento Estratégico da Cartoon Publicidade, graduado em Publicidade e Propaganda pela UNIVAS. Bacharel em Direito, graduado pela Faculdade de Direito do Sul de Minas. Roteirista do projeto multimídia E-URBANO1 e E-URBANO2, pela UNIVAS E UNICAMP. Ganhador do concurso nacional de redação de 2006 (MEC E FOLHA DIRIGIDA-RJ), onde superou mais de 37.000 concorrentes. Ganhador do Concurso de Redação da UFSCAR, em 2006. Colaborador da Revista Reuni. Tem publicações na revista científica RUA (UNICAMP) e no LIVRO DIGITAL DE 2011 (UNICAMP).