sábado, 8 de outubro de 2011

a morte da Rosa




bom dia...: bastardos, prostitutas, viciados, solitários, hálitos de nicotina, fado e desilusão. o abraço dos puros, intocados e não-vividos não me apetece mais. cansei de paisagens mortas e de papéis de parede. quero chuva e terremoto e frio e calor na minha pele nua. quero ver o sol se por de verdade. sentir primeiro e relatar depois. o mundo da imaginação cai bem só com lisergia. e hoje a minha poesia é muito mais. ela sangra, vibra, transpira e goza... é a Rosa que morreu para o Príncipe viver de verdade.

(mário liz)

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário, Poeta, 'Músico e Humorista' de ocasião.