terça-feira, 25 de outubro de 2011

manifesto pela verborragia poética


escrevo bonitinho. redondinho. com letras manuscritas. e mais mil firulas se o coração me pedir. mas se ele quiser guerra. carneficino. queimo. rasgo. uso sangue ao invés de tinta. e quem não gostar, ... que espere pelos dias de ternura. mais cedo ou mais tarde eles virão.
ou não
.
(mário liz)

2 comentários:

Flora disse...

Porque o gosto do sangue tem muito mais sabor...

Estava sentindo falta de um poema por aqui. Amo você.

Cristine Bartchewsky disse...

poeta! como é bom ler teus versos... acalma o coração. =]
saudades paulistas!

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário, Poeta, 'Músico e Humorista' de ocasião.