terça-feira, 25 de outubro de 2011

manifesto pela verborragia poética


escrevo bonitinho. redondinho. com letras manuscritas. e mais mil firulas se o coração me pedir. mas se ele quiser guerra. carneficino. queimo. rasgo. uso sangue ao invés de tinta. e quem não gostar, ... que espere pelos dias de ternura. mais cedo ou mais tarde eles virão.
ou não
.
(mário liz)

2 comentários:

Flora disse...

Porque o gosto do sangue tem muito mais sabor...

Estava sentindo falta de um poema por aqui. Amo você.

Cristine Bartchewsky disse...

poeta! como é bom ler teus versos... acalma o coração. =]
saudades paulistas!

Quem sou eu

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário e Planejamento Estratégico da Cartoon Publicidade, graduado em Publicidade e Propaganda pela UNIVAS. Bacharel em Direito, graduado pela Faculdade de Direito do Sul de Minas. Roteirista do projeto multimídia E-URBANO1 e E-URBANO2, pela UNIVAS E UNICAMP. Ganhador do concurso nacional de redação de 2006 (MEC E FOLHA DIRIGIDA-RJ), onde superou mais de 37.000 concorrentes. Ganhador do Concurso de Redação da UFSCAR, em 2006. Colaborador da Revista Reuni. Tem publicações na revista científica RUA (UNICAMP) e no LIVRO DIGITAL DE 2011 (UNICAMP).