quinta-feira, 8 de setembro de 2011

o amor docê comigo é doce. como se nada mais fosse. e a vida fosse só a gente. e há tanta palha nesse fogo... que ocê sente. ocê sente como eu sinto. como eu sei que não há chuva. e nem há vento ... que apague esse recinto. esse amor sem abster... que não recorre a absintos. eu amocê comocê é. e isso sim é doçura. o resto é aspartame: açúcar disfarçado de amargura.

mário liz


2 comentários:

Cristine Bartchewsky disse...

Maritos! Que saudade da tua poesia! Ah, L'amour... deixa a gente assim, doce. =]

Beijos

Flora disse...

"Eu amocê comocê é."
Não posso querer doçura maior.
Não há como não ser esse incêndio, ou dilúvio...
Não como ser meio: é sempre tudo. E muito.
Amo você. Muito.

Quem sou eu

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Pouso Alegre, Minas Gerais -, Brazil
Redator Publicitário e Planejamento Estratégico da Cartoon Publicidade, graduado em Publicidade e Propaganda pela UNIVAS. Bacharel em Direito, graduado pela Faculdade de Direito do Sul de Minas. Roteirista do projeto multimídia E-URBANO1 e E-URBANO2, pela UNIVAS E UNICAMP. Ganhador do concurso nacional de redação de 2006 (MEC E FOLHA DIRIGIDA-RJ), onde superou mais de 37.000 concorrentes. Ganhador do Concurso de Redação da UFSCAR, em 2006. Colaborador da Revista Reuni. Tem publicações na revista científica RUA (UNICAMP) e no LIVRO DIGITAL DE 2011 (UNICAMP).